A LÓGICA FORMAL/ARISTOTÉLICA NA PRÁTICA DOS ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO

Samuel de Jesus Duarte, Sterphany Alves Teixeira

Resumo


O paradigma tecnológico e científico é predominante, mas ainda permanecem formas de organização da vida social e pessoal que não estão baseadas nos princípios considerados racionais pela filosofia e pela ciência. Isso se faz perceptível de forma marcante nos comportamentos dos adolescentes e jovens em suas práticas cotidianas, principalmente na vida escolar. Não raro eles se deixam levar por falácias e argumentos inválidos revelando desconhecimento dos princípios lógicos. Esse artigo procura apresentar uma pesquisa que teve como objetivo detectar a existência de raciocínios incorretos/falácias na organização das falas, das pesquisas, das provas dos estudantes do Ensino Médio Integrado, a partir da lógica aristotélica e pesquisar/sugerir instrumentos para praticar os mecanismos de raciocínio correto pela utilização da lógica formal como instrumento para uma análise crítica da realidade e maiores habilidades na resolução de problemas. Foram realizadas pesquisas no intuito de identificar, no estudo da lógica, as principais falácias. A partir do material coletado, foram selecionadas as principais falácias com o objetivo de identificar nas falas e textos dos estudantes as impropriedades discursivas no que diz respeito à utilização da lógica aristotélica. Constatou-se grande quantidade de falácias, raciocínios incorretos e impropriedades no que se refere à utilização da lógica dentro de debates, argumentações, diálogos formais e informais.

Palavras-chave


Filosofia. Lógica. Raciocínio. Aristóteles.

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Referências


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